Bem, como eu disse no post anterior, resolvi criar esse espaço para desabafar... Quer dizer, esse espaço aqui é para transbordar a minha intensidade. Vocês vão perceber com o tempo que eu sou uma pessoa com muitas histórias, a maior parte delas dramáticas, muitas outras engraçadas e outras delas até bizarras... Coisas do tipo que eu falo, isso só acontece comigo mesmo! Sabe aquele tipo de coisa que você vê acontecer em filme ou em novela e pensa "ah, isso não acontece na vida real"... Pois é, na minha acontece.
O ruim é que na maioria das vezes, não é aquelas coisas surreais de boas... estilo conto de fadas... Mas sim aquelas coisas bizarras de impossíveis de tão azarada ou tão "bichada"... Sabe, isso já me incomodou muito, na verdade ainda incomoda muito... Mas eu simplesmente aprendi a lidar um pouco melhor com isso. Aprendi a rir, pelo menos depois que passa, das coisas que acontecem. E assim eu levo esse meu jeito dramático cômico como uma característica marcante minha. E isso faz dessa Carol aqui ainda mais exageradamente intensa.
Bem, minha história de vida é digamos assim, minimamente interessante e curiosa. E tenho muuuuita história passada para compartilhar por aqui. Mas agora o que eu preciso contar é o que está acontecendo agora. Talvez vocês achem que eu sou ainda mais dramática por não entenderem agora o meu passado ou o contexto que tudo aconteceu e o porquê de tal história a seguir ter me afetado tanto... Mas garanto que conforme eu for compartilhando aqui a minha vida e as minhas histórias vocês vão conseguir me entender melhor.
Claro que eu não espero que todos concordem comigo ou sintam-se sensibilizados com as coisas que eu passo ou já passei. Até porque muitas pessoas já passaram pelas coisas que já passei ou por até pior. Mas o que eu quero aqui é mostrar que apesar de tudo o que acontece, sempre conseguimos superar. E se talvez hoje eu escreva com dor no coração achando que é o fim do mundo, é para lembrar a Carol do futuro que já passei pelo fim do mundo muitas e muitas vezes e sobrevivi. Inclusive, mais forte do que nunca! E quando eu digo que acho que já passei por tudo, que não há nada de pior pra acontecer... Vem algo inesperado ou impensado e simplesmente leva a gente pro fundo do poço de novo. E aí faz a gente desacreditar mais uma vez, perder a esperança de tudo de novo, e ficar mal mais uma vez. Mas eu já vi a Carol mal vezes demais, por isso estou aqui dedicando o meu tempo mais do que limitado, pois eu deveria estar escrevendo a minha dissertação, para ajudar a Carol do futuro e todas as outras Caróis do mundo. Se você já passou por tudo isso, não importa o que te aconteceu aí no futuro. Você vai conseguir superar também!
Ai meu Deus, tenho que contar algo importante! Preciso situar vocês, contextualizar vocês! Sou uma brasileira, Carioca, de 29 anos, que veio morar em Lisboa há pouco mais de dois anos para fazer mestrado em Marketing.
Então, pois bem. Vamos agora para o que interessa, vamos à história do dia.
Hoje, um pouco menos do que ontem e bem menos ainda do que há 3 dias atrás, estou com o coração partido e com a autoestima negativa. E o motivo disso tudo é um completo idiota!
Tudo começou há dois meses e meio atrás. Durante o mês de julho do verão europeu de 2020, logo após a quarentena que enfrentamos por causa da pandemia de COVID-19. Em sábado ensolarado, acordo com a insistente ligação de uma amiga, que tinha me chamado no dia anterior para irmos passar o dia em um passeio de barco com um amigo dela que tinha um barco. Óbvio que estava super animada, mas como tinha perdido a hora, me arrumei bem rápido, coloquei meu biquíni, uma roupinha simples por cima e arrumei minha bolsa de praia de qualquer jeito, porque afinal, pra variar eu estava super atrasada.
Vamos aos codinomes para vocês entenderem bem. A minha amiga que tem um amigo que tem um barco é a P. O amigo da minha amiga que tem um barco é o M. E minha outra amiga é a R. Lembrando que a R é minha amiga apenas e apenas conhecida da P.
A R. tem carro e buscou eu e P. nas nossas casas pra irmos até o porto de Sesimbra, uma cidade próxima de Lisboa para apanharmos o barco.
(contar toda a história aqui)
Eu me pergunto o tempo todo "Por que isso tudo me fez tão mal? Por que um cara que eu mal conheço, que eu mal "fiquei" me abalou tanto?"
Será que sou muito louca mesmo? Será que não sou exageradamente intensa demais? Será que na verdade não é um intenso exagero? Por que, meu Deus, por quê? E passados esses três dias volta e meia me vejo pensando nele e na situação. E percebo que existem dois problemas aqui. Um deles é que ele é um babaca mesmo.
será que eu errei na conversa depois e em ter pedido desculpas? foi...?
mostrei que me importei demais.
ele não queria nada comigo, já não estava mais interessado. eu devia saber... ele não ia vir atrás de mim.
não é nem que eu não perceba os sinais, eu simplesmente finjo que não vejo ou que não entendi, porque eu fico com uma ideia fixa na cabeça.
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